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1 opinião sobre Singi

Singi

7 dias longe de casa, 6 com o grupo e 5 caminhando. A viagem a Lapônia Sueca estava em sua reta final. A etapa que decorreu entre o abrigo de Salka a Singi foi o 1º que eu enfrentei com a moral em alta. No dia anterior não tinha sofrido, e comecei a perceber que eu estava em um lugar único e que a aventura estava terminando. Era agora ou nunca.

Nesse dia foram 12 km de travessia mais ou menos plana e com pouca dificuldade, por isso foi um dia muito tranquilo, onde desfrutei da paisagem e do Círculo Polar Ártico. Na verdade, todo o grupo foi a passo tranquilo, o que permitiu-me parar e tirar fotos muitas vezes.


A paisagem era semelhante a da fase anterior. Um vale com formação glaciar e montanhas quase idénticas umas atrás de outras. Eu me sentia muito confortável e queria viver mais intensamente a paisagem quase desértica. Foi nesta viagem que vimos pela 1ª vez, a montanha mais alta da Suécia, a famosa Kebnekaise.

No caminho encontramos muitas pegadas de animais selvagens, alguns disseram ser de filhotes, embora não vemos. Quase ao fim do dia, vimos ao longe uma família de renas selvagens, embora estivessem muito perto da montanha e não havía zoom para tanto.

O grande momento do dia veio quando estávamos em uma ponte de metal que estava perto do abrigo. Pudemos ver como a primavera estava se aproximando à Lapônia e manifestando os primeiros sinais de degelo em um dos muitos córregos que cruzam a Kungsleden. Nesse momento me sentí muito feliz.

O resto foi um passeio até chegar ao abrigo de Singi com nossas inseparáveis raquetes de neve e as clássicas piadas que estávamos gastando com os membros do grupo. O ambiente era muito bom, e talvez nós não estivéssemos cientes de que a aventura estava prestes a terminar.
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Informação Singi