Leo Araújo
Um palácio histórico
O Museu do Ingá guarda diversos tesouros da cultura fluminense, já que o local é um espaço que fornece informações sobre a história politica do Rio de Janeiro, assim como guarda acervos preciosíssimos da nossa arte (como obras de Tarsila do Amaral). Erigido na segunda metade do século XIX, o Palácio do Ingá, teve sua origem em um chalé construído por um médico que após seu falecimento foi vendido a um aristocrata que o transformou em um palacete. No início do século XX, o então presidente da Assembleia Legislativa, Nilo Peçanha compra o casario para ser sede do governo, efetivando Niterói como capital do Estado do Rio de Janeiro.
A partir desta época o lugar será conhecido como Palácio do Ingá. Mais tarde, em 1967 o local passaria a ser denominado Palácio Nilo Peçanha e que deixou de ter sua função na década de 1970 com extinção do Estado da Guanabara. Foi quando surgiu o Museu Histórico do Rio de Janeiro, popularmente conhecido como Museu do Ingá. Considerado um museu com um dos melhores acervos do Estado e país, ele se divide em diversas seções que vão de história política à arte popular (a cereja do bolo do Palácio do Ingá são as obras de artistas do modernismo brasileiro). Aberto quase todos os dias, menos nas segundas, mas somente pela parte da tarde e com agendamento, mas a visita com certeza vale a pena.
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